Boas,
também é engraçado o comentário:
...sem ser a velha máxima dos custos, quando no caso do Infarmed, essa questão
nem se põe, porque as licenças são do Min. da Saúde....
Será que o Min da Saúde não paga licenças?
Cmpts
AS
On Monday 20 July 2009 17:47, Rui Miguel Silva Seabra wrote:
> Viva,
>
> On Mon, Jul 20, 2009 at 04:08:48PM +0100, carlos baptista wrote:
> > Agora, sem existirem idealismos expliquem como é que se justifica
> > a mudança para um opensource, sem ser a velha máxima dos custos,
> > quando no caso do Infarmed, essa questão nem se põe, porque as
> > licenças são do Min. da Saúde. A primeira pergunta que se coloca
> > é: vamos fazer tudo o que fazemos agora? A resposta é: não.
> > A questão morre logo aqui.
>
> Sem idealismos:
>
> Está confuso e por isso mistura várias perguntas numa só como se
> fossem a mesma:
>
> 1. vamos fazer tudo o que fazemos agora?
> A RESPOSTA É SIM.
>
> 2. vamos fazer tudo *exactamente* da mesma forma que fazemos agora?
> A RESPOSTA É NÃO
>
> Contudo, tendo mudado o software cliente e o software servidor, só
> com ingenuidade que roce a falta de competências técnicas adequadas
> para avaliar uma solução informática é que se poderia esperar que se
> fizesse tudo exactamente da mesma forma, e fazer valer a mudança ou
> não num aspecto *superficial*.
>
> Até porque há mais perguntas:
>
> 3. vamos cumprir a lei em vez de a infringir?
> A RESPOSTA É SIM
>
> 4. vamos ser mais interoperáveis?
> A RESPOSTA É SIM
>
> 5. vão ser reduzidos os custos?
> A RESPOSTA É SIM
>
> Eu não considero a aplicação da Lei um "idealismo" nem o bom uso de
> dinheiros públicos uma questão de idealismo.
>
> > Já no caso do openoffice e no desktop as coisas são diferentes.
> > Já existem implementações aqui no Infarmed de openoffice, sem problemas,
> > e a previsão é para aumentar. E por problemas refiro-me principalmente
> > à resistência por parte dos utilizadores.
>
> Parabéns! Espero que seja ampliada dentro do INFARMED e de mais entidades
> :)
>
> Contudo não posso deixar de achar engraçado que quando os utilizadores
> querem utilizar outras ferramentas a resposta típica é «não porque o que a
> entidade usa é X», mas quando se fala de migrar para Software Livre,
> subitamente já é importante a resistência dos utilizadores.
>
> Não quero dizer que não é importante dar-lhes todo o apoio, mas que apenas
> não se fazem as coisas com coerência se há dois pesos e duas medidas.
>
> É extremamente importante mostrar-lhes que é quase tudo igual. Sim haverá
> eventuais diferenças, mas se lhes explicarem os benefícios para a entidade
> (neste caso para o Estado) e que não há volta atrás (pormenor importante),
> ou aceitam ou então são pessoas que fazem parte daquela percentagem
> diminuta dos inconformáveis.
>
> > No caso dos desktops está em curso um projecto para a implementação de
> > VDI. Para este projecto já temos um piloto com opensource em produção
> > desde Dezembro. Estão ser avaliadas várias soluções entre software
> > proprietário e opensource. A decisão final vai ter em conta vários
> > aspectos e não apenas o custo inicial do software.
> >
> > Só para que fique esclarecido, aqui no Infarmed ninguém é contra o
> > opensource, muito pelo contrário.
>
> Acredito que não, mas o erro mais frequente na administração pública é
> achar que não há mal nenhum em dizer «queremos o software X». Isto para
> além de ser ilegal tem consequências nefastas na nossa economia.
>
> Cumprimentos,
> Rui
-- Multibase - Ligações para o futuro http://www.multibase.pt http://www.abcdobebe.com http://www.ajudaonline.com.pt Av. Elias Garcia, Nº 10 - 1ºDto - 1000-149 LISBOA Tel:+351-217921420 - Fax:+351-217921429 - Telemóvel:+351-969033267 web: www.multibase.pt email: multibase@multibase.pt -- A MULTIBASE é associada ESOP (www.esop.pt) defendendo e promovendo activamente os conceitos de Software Aberto, Interoperabilidade, Normas Abertas e Independência de Plataforma. CONFIDENCIALIDADE / RESPONSABILIDADE Esta mensagem pode conter informação confidencial e foi preparada para utilização exclusiva do(s) destinatário(s) supra indicado(s). Caso não seja o destinatário da mensagem, fica avisado que é estritamente proibido reter, reenviar ou copiar a mesma. Se a recebeu por erro, agradecemos que nos informe do sucedido e de seguida remova esta mensagem do seu sistema. De igual forma informamos que as mensagens enviadas por e-mail não se encontram garantidamente isentas de erros, podendo ser interceptadas, corrompidas, perdidas, ser parcial ou totalmente destruidas, ou mesmo conter virus. Assim, declinamos qualquer responsabilidade por erros ou omissões no conteúdo das mensagens transmitidas por esta via. Caso assim o pretenda, esta mensagem poderá ser reenviada por fax ou correio. Antes de imprimir esta mensagem pense na sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE.Received on Mon Jul 20 17:58:09 2009
This archive was generated by hypermail 2.1.8 : Mon Jul 20 2009 - 22:15:22 WEST