Ensino Básico e Secundário
Iniciativas
1.º Todas as salas TIC (mais de 1200) das escolas públicas com terceiro ciclo e secundário foram equipadas com um servidor e 14 clientes com dual boot para leccionação da disciplina TIC;
2.º Procedeu-se à distribuição, mediante projecto educativo apresentado por cada escola, de cerca de 29000 portáteis com sistema dual boot;
3.º Deu-se início à formação de professores (b-learning) com base na utilização de uma plataforma open-source, o Moodle;
4.º Disponibilizou-se uma plataforma Moodle a todas e cada uma das escolas públicas;
5.º Editou-se um CD (12000 exemplares) com dezenas de aplicações educativas open source, destinadas a correr em ambiente Windows, distribuído a escolas, professores e alunos.
6.º Realização do 1.º Dia de Software Livre na Escola na Secundária de Palmela;
7.º Estabeleceu-se um protocolo com a Universidade de Évora, no sentido desta fornecer uma solução Alinex especialmente concebida para as escolas e para equipar as Salas TIC.
Ministério/Organismo responsável pela implementação
Ministério da Educação (DGIDC/CRIE)
Público-Alvo
Professores e alunos das escolas públicas do ensino básico e secundário.
Situação Inicial (antes destas iniciativa)
Todo o parque informático das escolas era, até então, baseado em exclusivamente em software Microsoft.
Situação Actual
A generalidade das escolas públicas tem hoje acesso ao software livre.
Um grande número de professores teve já contacto com o Moodle e outras ferramentas open source.
Há escolas onde o sistema operativo que prevalece é o Linux.
As escolas sabem, via Ministério, que devem equacionar o uso gradual do software livre.
Impactos (ao nível dos custos, melhoria de processos, produtividade, etc.)
Temos algumas escolas a apostar fortemente em software livre o que se traduz em poupança.
Mercê do baixo custo assiste-se aqui e ali à implementação de serviços de rede que de outra forma não seria possível.
Os alunos podem instalar todos os programas open source com que trabalham na escola, com o software comercial tal não é possível.
Combate-se a pirataria.
As escolas tendem hoje a construir as suas páginas web com recurso a portais CMS (open source) que funcionam via browser, não dependendo assim de software proprietário para a sua construção.
A Escola está atenta às potencialidades do software livre.
Perspectivas futuras (desenvolvimento da iniciativa, alargamento e expansão, etc.)
Implementação gradual da utilização do software livre nas escolas públicas em igualdade de circunstâncias com o software proprietário.
Desmistificação do uso e fiabilidade do software livre.
Possibilidade de cada escola poder ter como suporte da sua página web um CMS (por ex. Joomla) nos servidores da FCCN, tal como acontece agora com o Moodle.
Contacto
info@crie.min-edu.pt
Last modified 2007-11-06 08:41 PM